Nova Friburgo,

A revista

Uma revista como esta que ora apresentamos é, sem dúvida nenhuma, resultado de sonhos, debates, reflexões e de efetivo trabalho. Ao longo de muitos anos, vimos levantando a necessidade de criação de uma Revista Acadêmica que possibilitasse a publicação de artigos e resenhas produzidos pelo professorado da Faculdade Santa Dorotéia de Nova Friburgo. Desde os anos 90 do século passado, é possível perceber uma significativa produção de teses, dissertações e monografias criadas por esses profissionais, resultantes das conclusões dos respectivos cursos de doutorado, mestrado e especialização realizados nas mais categorizadas universidades de nosso país. De outro lado, percebíamos que, mesmo obtendo expressivos resultados nas avaliações federais, faltava-nos a possibilidade de publicação própria, que, sem dúvida, poderá nos elevar mais ainda, no processo de qualificação das entidades de ensino superior.
Neste ano de 2009, a direção da ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES, sensibilizada, deu início às discussões, reunindo Professores e Professoras interessados e dispostos a trabalhar em prol da revista.

 

A Revista TESSITURAS constitui-se numa publicação eletrônica com periodicidade semestral e pertencente à ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES da Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia de Nova Friburgo. Possuindo um Conselho Editorial e um Conselho Consultivo democraticamente escolhidos, tem por objetivo publicar artigos, resenhas e resumos acadêmicos, abarcando os mais diversos campos do conhecimento, de autoria de Professores (as) da Faculdade Santa Dorotéia, e também artigos e resenhas de profissionais de outras instituições de Ensino Superior do Brasil. Os artigos enviados para publicação terão que ser aprovados pelo Conselho Consultivo, garantidor de sua qualidade acadêmica. A Revista possui ainda uma seção contendo noticiário acadêmico e outra, com as normas de publicação.

 

TESSITURAS (organização, contextura, em sentido figurado, conforme o Dicionário Koogan/Houaiss) é, portanto, a concretização de um sonho sonhado coletivamente e que poderá se revestir de enorme beleza, conforme os versos do poeta João Cabral de
Mello Neto:

 

“ ... bela porque é uma porta,
Abrindo-se em mais saídas.
... bela porque tem do novo,
A surpresa e a alegria.”

 

COMISSÃO EDITORIAL

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